Para garotos de apartamento: agora você pode jogar Ping Pong sozinho e Futebol sem perigo de quebrar nada

Futebol sem perigo de quebrar nada

Não me pergunte como, mas esta semana encontrei 2 produtos bizarros na internet. Nada contra, mas é muita modernidade para o meu gosto.

O primeiro é uma mesa de Tênis de Mesa (ou simplesmente Ping Pong) com um robô que arremessa as bolinhas para você. Pode ser útil para quem quer treinar e ficar melhor ainda no esporte, mas todos sabemos a real intenção disso: acabar com a necessidade de outro ser humano para desafiar.

Cadê a interação, a rivalidade que esse jogo maravilhoso gera? O produto não é brasileiro, mas quem quer que vença as eleições do segundo turno deveria proibir a entrada disso no Brasil pelo bem das nossas crianças. Isso é questão de educação.

A engenhoca custa 999 dólares nos EUA e vem com um controle remoto que controla a velocidade do robô. Ele pode arremessar até 105 bolas por minuto. Veja:

O segundo produto é ainda mais absurdo. É um objeto que é a metade de uma bola. Ou seja, não quica, não voa, não faz p#$% nenhuma, apenas vai de um lado pro outro. Veja a propaganda e repare que o vídeo se passa em um apartamento com crianças mimadas.

Cadê o Futebol moleque? Onde as nossas crianças vão parar desse jeito, sem correr para pegar a bola, sem acusar um ao outro de quebrar a janela do vizinho? ALÔ DILMA, ALÔ AÉCIO, ATITUDES PELO AMOR DE DEUS. Isso deveria ser assunto a ser discutido na ONU. Essa bola é mais grave do que a Ebola. Tá, exagerei, mas é porque fiquei puto. Veja:

Estou enojado. Vou ali vomitar e volto. Adeus.

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